O movimento vertical na atmosfera no hemisfério sul pode ser inferido diagnosticamente a partir da equação ômega, obtida através da combinação das equações quasi-geostróficas da energia e da continuidade:
\( \underbrace{\biggl ( \triangledown^2 + {\large{f^2_0 \over \sigma}} {\large{\partial^2 \over \partial p^2}} \biggr )}_{A} \omega = - {\large{f_0 \over \sigma}} {\large{\partial \over \partial p}} \underbrace{\biggl [- V_g \cdot \triangledown \biggl ( {\large{1 \over f_0}} \triangledown^2 \varPhi + f\biggr ) \biggr ]}_{B} + \underbrace{ {\large{1 \over \sigma}} \triangledown^2 \biggl [ V_g \cdot \triangledown \biggl ( -{\large{\partial \varPhi \over \partial p}} \biggr )\biggr ]}_{C} - \underbrace{{\large{\kappa \over \sigma p}} \triangledown^2 J}_{D} \)
A respeito da utilização dessa equação, é correto afirmar:
1. O termo B representa a advecção diferencial de vorticidade planetária; este termo, quando negativo, contribui para o movimento ascendente em superfície.
2. O termo C representa a advecção de espessura; este termo, quando positivo, contribui para o movimento ascendente em superfície.
3. A inferência do movimento vertical através desta equação pode ser realizada apenas a partir do campo de altura geopotencial.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.