Até recentemente, a gagueira foi tratada como um distúrbio de origem multifatorial, sendo que estudos mais recentes demonstraram ser ela de origem genética por uma herança autossômica recessiva, ou seja, são necessários dois genes com defeito, um do pai e um da mãe, para que a pessoa manifeste o distúrbio, e, por essa razão, a prevalência da gagueira é maior nas famílias em que há casamentos consanguíneos, de modo que a chance de, nesses casos, se ter filhos ou filhas com tais distúrbios é de 25%.