Leia o texto a seguir.
[…] Junto com os ventos de mudança e inovações que vinham da Europa, chegam também os ecos das lutas femininas, que projetam novas perspectivas para as mulheres brasileiras como, por exemplo, o cuidado com a aparência, com a saúde e com maior presença na vida social das cidades. Obviamente, essa mudança foi lenta e mais significativa para as mulheres das camadas mais ricas da sociedade, visto que tinham maior acesso às novidades do continente europeu.
GOELLNER, Silvana Vilodre. Mulher e esporte no Brasil: entre incentivos e interdições elas fazem história. In: Pensar a Prática. Revista da pós-graduação em Educação Física / Universidade Federal de Goiás, Faculdade de Educação Física, v. 8, n.1, jan./jun. 2005. Goiânia: Ed. UFG, 2005. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/fef/issue/archive>. Acesso em 6 fev. 2014. [Adaptado].
De acordo com o texto, na retrospectiva do modus operandi do início do século XX, nos meandros da gênese dos esportes no Brasil, apreende-se a orientação doutrinária do Estado nacional e da difusão do esporte como uma necessidade do