Segundo Alarcão (2003), “a percepção da crise educacional (sociedade da informação e do conhecimento e suas dissidentes) não pode ignorar que a escola não mais detém o monopólio do saber e, portanto, o professor não é mais seu único transmissor; simultaneamente, o aluno não é mais um “receptáculo” a deixar-se rechear de conteúdos”. Portanto, caberá ao professor