Essas mudanças trazem em seu bojo novos paradigmas de compreensão dos homens, das culturas e do mundo, e se configuram de maneira similar nos diversos espaços do conhecimento. (...) A concepção de verdade iluminista, como algo existente e por ser apreendido, e seus corolários, perde espaço para epistemologias menos pretensiosas que, de uma perspectiva sociocultural, percebe indivíduos e práticas como construções discursivas, conferindo à linguagem e seus meandros importante papel na elaboração dos “fatos” - tanto na esfera da “produção” (de um texto, por exemplo) quanto na da recepção/interpretação.
(Pedro Paulo Funari e Glaydson José da Silva, Teoria da História)
Os “novos paradigmas” de que trata o texto estão associados ao