Cento e um pacientes portadores de esquistossomose mansônica em fase ativa foram distribuídos, aleatoriamente, em dois grupos para administração de medicamentos. O primeiro recebeu prazinquantel e o segundo, oxaminiquine. Os medicamentos foram administrados em dose única por via oral, segundo técnica duplo cega. O controle parasitológico foi efetuado no período de seis meses, mediante exames mensais de fezes pelos métodos Kato-Katz e sedimentação espontânea; não houve diferença significativa entre as percentagens de cura parasitológica obtidas com prazinquantel e com oxamniquine.
Com base nesse resumo, o estudo pode ser classificado segundo os eixos de montagem, intervenção, controle e unidade de pesquisa respectivamente, em: