Conforme se observa na Figura 1, uma das principais patologias em revestimentos está relacionada ao sistema de aplicação dos acabamentos (cerâmicos, pedras etc.), com as argamassas em paredes.

Figura 1 – Desplacamento de revestimento em paredes. Fonte: Arquivo da banca examinadora (2022).
Assim, é importante que sejam elaborados um projeto e especificação adequados, detalhando o correto assentamento destes materiais, de forma a observar as diretrizes estabelecidas em norma para execução de revestimento de paredes e tetos com argamassas. Sobre esses processos, bem como acerca dos insumos e etapas construtivas, tem-se que:
I – A argamassa pode ser remisturada, sempre que for necessário, para reestabelecer sua trabalhabilidade inicial, desde que este procedimento esteja dentro do prazo de início de pega do cimento e empregando a mínima quantidade de água possível.
II – A argamassa tem de ser adequadamente homogeneizada por meio de amassamento manual ou mecânico. O amassamento mecânico deve durar, sem interrupção, o tempo necessário para permitir a perfeita homogeneização.
III – O assentamento dos azulejos tem de ser realizado de cima para baixo, em até duas fiadas de cada vez. Na extremidade da borda superior da parede, toma-se como referência a cota prevista para o revestimento do piso.
IV – A superfície de aplicação do revestimento deve ser convenientemente preparada para o recebimento da camada de assentamento; assim, de maneira geral, a superfície a ser revestida deve apresentar áreas lisas e com bastante umidade.
De acordo com as diretrizes técnicas está correto apenas o que se afirma em