Uma criança de 7 anos é encaminhada ao psicólogo pela escola. Na entrevista com o psicólogo, a mãe confirma as dificuldades da criança observadas pela professora. A mãe relata que, desde pequeno, seu filho tem dificuldade para interagir com pessoas e brincar com outras crianças. Ao examinar a criança, o psicólogo se utiliza, dentre outras, da hora de jogo diagnóstica. Registra os seguintes comportamentos da criança, durante a sessão: a criança reluta em entrar na sala de jogos; permanece de pé. Não dirige o olhar para o psicólogo. Olha para os brinquedos, toca alguns deles, como que escutando o som que emitem. Pronuncia frases estereotipadas e palavras estranhas. Brinca durante quase todo o tempo com peça de quebra-cabeça de madeira, balança o pescoço e diz: tac... tac... Parece não escutar o psicólogo, quando este lhe diz que a sessão terminou. Pelo brincar desta criança, a hipótese diagnóstica mais provável é que se trata de criança: