A doença de Hodgkin foi descrita em 1832 em um estudo anatomopatológico de sete casos. Carl Sternberg, em 1898, e Dorothy Reed, em 1902, apresentaram uma descrição detalhada no quadro histopatológico pleomórfico e da célula peculiar que caracteriza a doença. Nasceu aí a separação entre a doença de Hodgkin e os linfomas não-Hodgkin, que é usada até hoje em razão das diferenças no comportamento clínico e no tratamento dessas doenças. Alguns pilares da abordagem oncológica moderna foram inicialmente desenvolvidos no estudo da doença de Hodgkin, entre eles o estadiamento, a radioterapia e a poliquimioterapia.
As principais características da doença de Hodgkin são as discriminadas abaixo, EXCETO: