Segundo Freitas (2000), a inclusão social pode ser compreendida como um processo pelo qual a sociedade se adapta para incluir as pessoas até então marginalizadas; estas, por sua vez, procuram capacitar-se para participar da vida em sociedade. No Brasil, a partir dos anos 90, grandes e pequenas modificações foram sendo percebidas em setores como escolas, empresas, áreas de lazer, edifícios e espaços urbanos, possibilitando a participação plena de todas as pessoas, com igualdades de oportunidades junto à população em geral. Entretanto, uma das dificuldades para a operacionalização destas mudanças está associada ao preconceito, o que pode ser caracterizado como