Desde janeiro de 2018, o Ministério da Educação (MEC) autorizou oficialmente o uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares da educação básica. O direito de escolher o nome que melhor representa a identidade e expressão de gênero na escola é considerado uma conquista para a comunidade trans. No campo das teorias de currículo, a inclusão de questões como gênero, raça, etnia, sexualidade, subjetividade representa
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