A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que genes humanos não podem ser patenteados, o que pode afetar empresas de biotecnologia e baratear testes que se baseiam na procura de certas mutações, no país e até no Brasil. O caso em discussão na Suprema Corte diz respeito ao registro de propriedade intelectual da empresa Myriad Genetics, sobre os genes BRCA1 e BRCA2, cujas mutações indicam maior risco de câncer de mama e ovário, como mostra a figura. No entanto, o Tribunal deu à Myriad uma vitória parcial, dizendo que o DNA complementar – o chamado cDNA – sintetizado em laboratório pode ser patenteado. O cDNA é sintetizado com o uso de RNA mensageiro e usado em biotecnologia para fazer a clonagem de genes. (EUA vetam..., 2013, p. C7).

Considerando aspectos biológicos e éticos envolvidos na situação descrita, pode-se afirmar:
BRCA1 e BRCA2 constituem formas alélicas de um mesmo gene.