Historicamente, desde a sua origem, o Serviço Social se
configura como uma profissão fortemente influenciada pelo
conservadorismo moral e político. Os Códigos de Ética profissionais
bem exemplificam esse dado: entre 1947 – data do
primeiro código – e 1986 – quando é rompida a concepção
tradicional – passaram-se trinta e oito anos de vigência de códigos
pautados na perspectiva ética tradicional conservadora.
Conforme expresso no Código de Ética de 1993, dentre os
direitos do assistente social, destaca-se