O estudo de Souza, Borba e Lopes (2024), conclui que o campo da Terapia Ocupacional na Educação Básica no Brasil, embora em desenvolvimento, apresenta um "corpo conceitual irregular e dispersão quanto aos referenciais", e que a atuação dos profissionais, sujeita a fatores como a compreensão reducionista da escola e a falta de diretrizes nacionais, tende a se restringir a populações com problemáticas no escopo da reabilitação.
Considerando essa análise crítica, marque a alternativa que representa uma contradição entre a prática do Terapeuta Ocupacional no contexto escolar brasileiro e o horizonte transformador proposto pelos autores (escola de massa, autonomia intelectual e cultural)?