Durante muito tempo, a avaliação de história e/ou exame tornou-se uma prática ameaçadora e autoritária, ditando conteúdos e metodologias, numa prática muitas vezes excludente, pois ignorava as diferenças de interesse e os ritmos de aprendizagem. Um modelo de avaliação sentencioso e punitivo, que media muito mais a quantidade do que a qualidade do conhecimento.
(Disponível em: ensinarhistoria.com.br.)
Considerando as concepções avaliativas atualizadas, especificamente no que diz respeito ao ensino da história, é importante salientar que: