Tardin e Guhur, 2017 destacam a iniciativa dos movimentos sociais do campo de constituir as primeiras escolas e cursos técnicos em agroecologia no país, o que, segundo eles, desencadeou uma ruptura radical na formação profissional, significando a derrubada da cerca do monopólio do conhecimento em ciências agrárias. De acordo com suas afirmações, nas escolas de agroecologia no Paraná, “se assumiu um currículo que superasse a visão e a prática da invasão cultural do(a) técnico(a) tecnicista a serviço da reprodução do capital para a formação do(a) militante técnico(a) pedagogo(a)-educador(a) da agroecologia capaz de tomar os agroecossistemas, junto das camponesas e camponeses, como objetos de estudos e análises críticas e forjar a síntese cultural (Freire, 2005), correspondendo, assim, aos interesses e necessidades de classe do campesinato.” Partindo dessa experiência, para pensar a construção do conhecimento agroecológico; seus princípios e o trabalho teórico-prático, a organização curricular deve necessariamente, EXCETO: