O financiamento de longo prazo no Brasil, ao longo do tempo, teve base em recursos financeiros provenientes de
utilização de reservas cambiais e poupanças voluntárias.
instituições financeiras multilaterais e poupanças compulsórias, como PIS-Pasep.
dispêndios de capital não previstos nos orçamentos da União e dos estados e poupanças voluntárias.
poupanças compulsórias, como FGTS, dispêndios de capital previstos e poupanças captadas nos mercados financeiros.
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