As artes marciais, quando inseridas no currículo de
Educação Física, devem ser desprovidas de seus aspectos
bélicos e competitivos, focando-se exclusivamente na
disciplina, respeito e desenvolvimento psicomotor. A
abordagem da auto defesa, por exemplo, não se alinha com as
perspectivas de saúde e lazer preconizadas para o ensino
fundamental.