A conceitualização cognitiva deve ser elaborada com eficácia para que o terapeuta
cognitivo comportamental guie suas intervenções de maneira assertiva, com vistas no
estabelecimento de metas para o processo psicoterápico. Segundo Knap & Blaya (2003),
é uma habilidade clínica das mais importantes dada a falso entendimento que o tratamento
seja um amontoado de técnicas. Diante do exposto, concluímos que:
I. Essa fase abrange uma busca intensificada de informações relevantes para compreender o funcionamento do paciente a partir do modelo cognitivo. II. São levantadas as situações que marcaram a história de vida do paciente, desde a sua infância até os dias atuais, que contribuíram para o atual problema. III. Com as perguntas certas, o terapeuta consegue identificar crenças originadas a partir dessas experiências, bem como as estratégias compensatórias características do paciente. IV. A conceitualização é um processo continuado, deve ser sempre retomado pelo terapeuta à medida que novas informações forem surgindo.
I. Essa fase abrange uma busca intensificada de informações relevantes para compreender o funcionamento do paciente a partir do modelo cognitivo. II. São levantadas as situações que marcaram a história de vida do paciente, desde a sua infância até os dias atuais, que contribuíram para o atual problema. III. Com as perguntas certas, o terapeuta consegue identificar crenças originadas a partir dessas experiências, bem como as estratégias compensatórias características do paciente. IV. A conceitualização é um processo continuado, deve ser sempre retomado pelo terapeuta à medida que novas informações forem surgindo.