Em 1816, antes que a Termodinâmica, como a conhecemos hoje, tivesse começado, um ministro da Igreja da Escócia chamado Robert Stirling projetou e patenteou uma máquina de ar quente que poderia converter parte da energia liberada pela queima de um combustível em trabalho. A máquina de Stirling tornou-se popular e permaneceu em uso por muitos anos, mas com o desenvolvimento das máquinas a vapor e dos motores de combustão interna, finalmente tornou-se obsoleta. Nos anos 1940, a máquina de Stirling foi revivida por engenheiros da Philips em Eindhoven na Holanda, e tem novamente sido objeto de grande interesse e pesquisa. O ciclo de Stirling consiste de quatro processos, mostrados esquematicamente na figura.

(Adaptado de ZEMANSKY, Mark W. Heat and Thermodynamics. 5. ed. Tokyo: McGRAW-HillKogakusha, 1968.)
Em relação ao ciclo de Stirling é correto afirmar que