Em um estudo longitudinal realizado com adolescentes de uma região metropolitana brasileira, observou-se
que a percepção de qualidade de vida está mais fortemente vinculada a fatores psicossociais — suporte
familiar, auto estima, senso de pertencimento e acesso a espaços de lazer seguros — do que a indicadores
econômicos. Nestes, a influência tende a manifestar-se principalmente de modo indireto, mediada pelas redes
de apoio e pelos recursos psicossociais disponíveis. Diante disso, um gestor público que deseje elaborar
políticas efetivas para esse grupo, deve priorizar