De acordo com as relações entre inflação, juros e o resultado fiscal, e as consequências econômicas da dívida pública, é correto afirmar que:
para todas as teorias que explicam os fenômenos inflacionários, as hiperinflações são fenômenos monetários independentes do nível do déficit fiscal do governo;
a razão dívida pública/PIB em termos reais é inversamente proporcional à razão entre a dívida pública e as exportações líquidas do período anterior;
de acordo com a análise convencional da dívida pública, no longo prazo, devido ao efeito crowding-out o crescimento da dívida pública conduz a um menor crescimento econômico;
o aumento do déficit público provoca uma redução no diferencial entre juros internos e externos que, sob câmbio flexível, provoca a fuga de capitais e o superávit em conta corrente;
o princípio da equivalência Ricardiana estabelece que um aumento do déficit primário do governo central provoca uma elevação do nível de atividade econômica medido pelo PIB nominal.
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