No livro "Saúde Mental e Atenção Psicossocial", Paulo Amarante (2013) descreve um movimento para o qual a doença mental não existiria enquanto objeto natural, como considera a psiquiatria, e sim uma determinada experiência do sujeito em sua relação com o ambiente social. Na medida em que o conceito de doença mental era então rejeitado, não existiria exatamente uma proposta de tratamento da 'doença mental', no sentido clássico que damos à ideia terapêutica. O princípio seria de que a pessoa vivenciasse sua experiência; essa seria, por si só, terapêutica, na medida em que o sintoma expressaria uma possibilidade de reorganização interior. Que movimento é apresentado na descrição acima?
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