Em seu livro, Ditadura e serviço social: uma análise do serviço social no Brasil pós-64, Netto discute, descreve e reflete sobre o Movimento de Reconceituação e suas diversas fases/perspectivas. Uma das fases explicitadas, apresenta, segundo o autor, uma característica que permanece "inteiramente marginal até o fim daquela década; só na virada do decênio é que ganha repercussão para além dos muros da academia e começa a rebater com visibilidade nos foros e organismos da categoria profissional, tornando-se, em meados da década de 80, um interlocutor bem destacado no debate dos assistentes sociais" (p.247) Conforme José Paulo Netto (2009), qual a perspectiva do movimento de reconceituação que transcendeu a fronteira das discussões acadêmicas e polarizou as atenções dos segmentos profissionais quando a crise da autocracia burguesa se evidenciou, com a reinserção da classe operária na cena política brasileira?
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