O traumatismo craniofacial é comum em pacientes politraumatizados, sendo que o mesmo deve ser atendido em centros especializados e por equipe multiprofissional. O diagnóstico da fratura da face é essencialmente baseado na avaliação clínica dos pacientes. O relato detalhado do acidente, localização exata do trauma e o exame local minucioso permitem o diagnóstico topográfico da lesão. Exames tomográficos permitem um planejamento terapêutico mais adequado. As fraturas podem ser denominadas pela sua localização anatômica, e nos casos mais complexos, é utilizada a classificação de René LeFort. Assinale a alternativa que descreve a fratura LeFort II.
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