Quando a participação e integração do indivíduo portador de necessidades especiais é tratada sob o ponto de vista dos programas de lazer, aparecem duas tendências de argumentos para esclarecer e dificuldade de implantar programas nessa área. São elas:
I. O investimento na educação pelo e para o lazer busca entender como e por que enfrentar os limites de toda natureza - burocráticos, econômicos, políticos, religiosos, educacionais, étnicos de alimentação, meio ambiente, moradia, segurança pública, e outros mais.
II. O contexto suprime, hierarquiza e marginaliza homens e mulheres; crianças, jovens adultos e idosos, negros e índios, portadores de deficiência e tantos outros.
Sobre o exposto, pode-se concluir que