Ao pensarmos no processo de captação de som direto em produção audiovisual, qual das alternativas abaixo está correta?
A nova tecnologia de gravadores digitais portáteis multipista não tem fomentado a tendência do uso dos microfones de lapela concomitantemente ao uso do microfone direcional com o boom, como segurança ou reforço do registro sonoro captado pelo microfone direcional. Esta ação é inadequada.
O uso de microfone direcional se apresenta como a opção preferencial dos profissionais do som direto, especialmente em função da resposta obtida em relação à captação da voz humana que soa “mais natural” quando comparada à captação realizada com microfones de lapela.
As únicas estratégias de captação de som nas realizações audiovisuais ficcionais podem ser ordenadas nos seguintes arranjos básicos: Microfone direcional sustentado pelo boom por cima da cabeça dos atores, posicionado sobre a linha superior do quadro; Microfone de lapela sem fio, preso ao corpo dos atores.
As principais dificuldades encontradas pelo técnico de som, em relação ao uso dos microfones de lapela, são as seguintes: A necessidade de esconder o microfone, às vezes sob várias camadas de roupas, que não modifica o timbre da voz captada. Os atritos da roupa próximos ao microfone, ou diretamente sobre a cápsula do lapela, são captados como ruídos extremamente fortes, narrativamente injustificáveis, que não comprometem a captação da voz.
Na montagem, checagem e configuração dos equipamentos de captação de áudio, o técnico de som: a) gera sinais de referência apenas a partir de geradores de intensidade de som do próprio sistema; b) não precisa testar a qualidade do áudio que chega aos fones de ouvido; c) ouve a resposta de cada um dos microfones que serão empregados na cena, avaliando a fidelidade da captação; d) monitora, atentamente, a existência de algum ruído elétrico (hum) indesejável que possa trafegar no sistema, mas não pode impedir este vazamento.
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