Homem de 19 anos, portador de infecção por HIV, em uso de terapia antirretroviral (TARV) desde o diagnóstico há 3 anos, com tenofovir, lamivudina e efavirenz, com boa adesão, carga viral indetectável e contagem de CD4 de 340 cél/mm3, retorna, após 6 meses da última consulta, com queixas de tosse e febre há duas semanas, adenomegalias cervicais bilaterais de aproximadamente 2 cm, indolores e móveis, e emagrecimento. Informa que estava passando por problemas pessoais sérios, e, nos últimos três meses, vinha em uso irregular da TARV. Exames recentes evidenciavam uma contagem CD4 de 170 cél/mm3 e carga viral de 9.500 cópias/ml. Indicada internação para investigação diagnóstica. Após a realização de exames complementares, foi feito o diagnóstico de tuberculose pulmonar e ganglionar.
Em um cenário em que não seria possível a realização de outros exames complementares, a conduta terapêutica mais correta, pelas diretrizes atuais do Ministério da Saúde, é: