Kishimoto (2003) analisa a relevância do jogo na Educação
Infantil, distinguindo o jogo educativo do jogo livre sob a
perspectiva da intencionalidade pedagógica. Para a autora,
quando o educador utiliza o jogo como recurso de ensino,
ele deve equilibrar a função lúdica (que garante o prazer e
a espontaneidade) e a função que visa à aquisição de
conceitos ou habilidades específicas. O termo que designa
essa segunda função, voltada para o desenvolvimento
cognitivo e a aprendizagem orientada, é: