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2362877 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Cães podem detectar calor com “sensor infravermelho” no focinho

Os cães têm um tipo de sensor infravermelho na ponta do focinho, o que lhes permite detectar pequenas alterações na temperatura, como quando outros animais estão por perto, de acordo com uma nova pesquisa.

Cientistas da Universidade Lund, na Suécia, e da Universidade Eotvos Lorand, na Hungria, dizem que a descoberta pode ajudar a entender melhor como os predadores detectam suas presas quando outros sentidos, como visão, audição ou olfato, são prejudicados.

No estudo publicado na Scientific Reports, os cientistas mostram que a superfície da pele descoberta e úmida na ponta do nariz de um cachorro, cheia de terminações nervosas, funciona como um sensor infravermelho.

“Os cães são capazes de sentir a radiação térmica vinda de corpos quentes ou radiação térmica fraca e também podem direcionar seu comportamento de acordo com esse sinal”, disse Anna Balint, autora que lidera o estudo.

Análises do cérebro dos animais mostraram atividade cerebral aumentada quando os cães ficaram expostos a objetos mais quentes do que o ambiente.

“É possível que outros carnívoros possuam um sensor infravermelho semelhante e isso adicione um novo capítulo à história das relações presas-predadores”, disse Ronald Kroger, cientista sensorial da Universidade Lund.

https://veja.abril.com.br... - adaptado.

Em conformidade com o texto, analisar os itens abaixo:

I. O sensor infravermelho que alguns cães possuem na ponta do nariz impede que eles detectem mudanças na temperatura.

II. A superfície da pele descoberta e úmida na ponta do nariz dos cães funciona como um sensor infravermelho.

III. Outros animais carnívoros, possivelmente, possuam um sensor infravermelho semelhante ao dos cães.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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