Homem de 38 anos, sem antecedentes mórbidos, é vítima de traumatismo cranioencefálico por acidente de motocicleta, evoluindo com necessidade de ventilação mecânica e suporte em Unidade de Terapia Intensiva. Após 9 dias nessa unidade, foi transferido para a enfermaria extubado e com melhora do nível de consciência (Glasgow 14 e iniciando alimentação via oral), onde apresenta temperaturas de até 38,4 ºC ao longo do 14º dia de internação. Tem FR = 40 ipm, FC = 104 bpm e PA = 110 x 70 mmHg. O exame das extremidades foi prejudicado pela agitação do paciente, mas estava aparentemente normal exceto por uma certa dificuldade de mobilização do quadril esquerdo. O dorso “não pode ser avaliado”. A radiografia de tórax não mostrou novos infiltrados.
A principal hipótese diagnóstica para a limitação de amplitude de movimento em quadril é