Uma corrente ainda influente nos trabalhos de conservação e restauração estabeleceu, por volta da década de 30 do século XX, critérios para intervenções de restauro, onde são considerados tanto os valores estéticos, quanto os históricos da obra de arte. Esta corrente de pensamento sobre os critérios de conservação e restauração entendia que reintegrações são permitidas, desde que para isso, se preserve a autenticidade da obra de arte. O tratamento de lacunas deveria ser reconhecível quando visto de perto, dentre outros aspectos pontuados. Essas idéias foram primeiramente divulgadas por: