Texto para a questão a seguir.
O internetês na escola
O internetês – expressão grafolinguística que foi criada na Internet pelos adolescentes na última década – foi durante algum tempo um bicho de sete cabeças para gramáticos e estudiosos da língua. Eles temiam que as abreviações fonéticas (onde “casa” vira ksa; e “aqui” vira aki) comprometessem o uso da norma culta do português para além das fronteiras cibernéticas. Mas ao que tudo indica o temido internetês não passa de um simpático bichinho de uma cabecinha só. Ainda que a maioria dos professores e educadores se preocupe com ele (alertando os alunos em sala), a ocorrência do internetês nas provas escolares, vestibulares e em concurso públicos é insignificante. O “problema” é, no fim das contas, menor do que se imaginou.
– Nos simulados de redação que passo e corrijo não identifico a presença do internetês. É bem verdade que tenho o cuidado de orientar os alunos a não trazer esse “dialeto” para as provas. Em cada ambiente você usa uma roupa, não dá pra ir a uma recepção com a mesma roupa utilizada na praia. Talvez, até por eu alertar, não tenham aparecido esses problemas nas provas que passo”, diz Mônica Domingos, professora de português do Progresso, que ministra cursos preparatórios para as provas de concurso público das polícias militar e civil e para a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
(Língua Portuguesa. out. 2010. – adaptado)
No trecho, “expressão grafolinguística que foi criada na Internet pelos adolescentes”, o termo “pelos adolescentes” exerce função de:
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