Um paciente morador da região amazônica é acometido de malária, tendo sido corretamente tratado. Quatro meses depois, tem um segundo episódio, embora tenha estado todo este tempo na capital do Estado de São Paulo, sem realizar viagens, negando transfusões ou uso ilícito de drogas intravenosas. Tendo em vista estes dados e a situação epidemiológica no Brasil, é mais provável que o plasmódio causador de sua doença e o antimalárico relativamente ineficaz tenham sido, respectivamente: