Atente ao seguinte excerto: “Temos vivido, desde agosto de 1914, no mundo de guerras, levantes e explosões monstruosas que Nietzsche profeticamente anunciou. É isto que envolve a era anterior de 1914 com a névoa de nostalgia, uma tênue idade do ouro, de ordem e de paz, de perspectivas não problemáticas. Tais projeções passadas de bons velhos tempos imaginários pertencem à história das últimas décadas do século XX, e não das primeiras”.
ERIC HOBSBAWN, A era dos impérios 1875-1914. Rio de
Janeiro: Paz e Terra, 1988, p. 451.
Considerando o trecho acima, pode-se afirmar corretamente que