Quando um núcleo radioativo é produzido por um reator, a uma taxa constante de !$ R !$ átomos por segundo, sua atividade !$ a !$ é calculada pela equação !$ a(t)=a_oe^{-λt}+R(1-e^{-λt}), !$em que !$ a_o !$ é a atividade inicial e !$ λ !$ é a constante de desintegração do núcleo produzido. Com relação a essa temática, considere a situação hipotética a seguir.
Uma indústria nuclear desenvolveu um reator nuclear. Nesse reator, as reações de fissão têm como produto o núcleo X, o qual possui uma meia-vida de três semanas. Este núcleo é produzido no reator à taxa de 14,8. 109 núcleos por segundo. Suponha que no instante inicial !$ t=0 !$ s, não haja nenhum núcleo X presente no reator, ou seja, a sua atividade inicial é igual a zero. Nesse sentido, a atividade máxima, em Curie, do núcleo X será de
(Caso necessário, use !$ ln !$2 = 0,7 e 1!$ Ci !$ = 3,7. 1010 desintegrações por segundo)