Leia, em seguida, um trecho de uma entrevista concedida por Alex Pentland, diretor do Media Lab do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT-EUA), a Pieter Zalis, para a Revista Veja, Editora Abril, Edição nº 2416, ano 48, de 11 de março de 2015.
Trecho para a questão.
Veja: O senhor afirma que o grande volume de dados digitais que temos disponível hoje provocará uma revolução nas ciências sociais. O que passaremos a saber que não sabíamos antes?
Pentland: Nos últimos 300 anos, quase nada mudou no estudo do comportamento do indivíduo em sociedade. Ainda estamos presos a ideias que vêm do século XVII, que levam em conta a capacidade de fazermos escolhas com base na nossa consciência, mas que desprezam a influência que têm nessas decisões as relações que mantemos com as outras pessoas e com o mundo em que vivemos - nossas conversas com amigos, familiares, estranhos. Ocorre que até 90% do nosso comportamento é influenciado por essas relações. Mas isso não é propriamente novo. O que é novo é que agora somos perfeitamente capazes de observar, entender e mesmo influenciar certos comportamentos humanos graças à gigantesca quantidade de dados digitais disponíveis no mundo.
No trecho: ideias que vêm do século XVII,(...), a palavra destacada classifica-se, gramaticalmente, segundo alguns critérios que SÓ NÃO se verificam na palavra do trecho