Freud faz a afirmação acima, argumentando que
o santo não elimina seus sentimentos agressivos, apenas os põe sob a inspeção do superego.
o virtuoso e o santo, para livrar-se da culpa inconsciente, assumem conscientemente a sua perversão sexual.
a autocensura do santo livra-o do mal-estar inconsciente que caracteriza o desenvolvimento civilizatório.
a severidade e a desconfiança são, inconscientemente, virtudes essenciais ao ego do homem virtuoso.
o homem, enquanto ser humano, peca, mas especialmente os virtuosos e os santos.
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