Ao tratar da questão social, Iamamoto (In: BRASIL. CFESS, 2012) chama a atenção para duas armadilhas que podem estar presentes em sua análise, dificultando a apreensão de sua gênese. Uma delas diz respeito à “pulverização e fragmentação das questões sociais” (IAMAMOTO, 2012, p. 49), o que contribui para ocultar as desigualdades sociais como resultantes das relações sociais de produção entre as classes sociais, e, portanto, socialmente (re)produzidas. Com isso, retira-se a questão social da cena pública para localizá-la na esfera da vida privada dos sujeitos, então responsabilizados por suas condições sociais de vida. Assim, uma das principais consequências dessa armadilha e bastante evidenciada atualmente é:
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