Jornalistas e teóricos do jornalismo, segundo Álvaro Caldas (Deu no jornal: o jornalismo impresso na era da Internet. Rio de Janeiro: Editora PUC. São Paulo: Loyola, 2002) e Daniel Piza (Jornalismo cultural. São Paulo: Contexto, 2005), classificam as reportagens em diversos tipos. Sobre o tema, considere as afirmativas abaixo:
1. Ouvir o outro lado é obrigação fundamental do repórter em qualquer matéria de denúncia. Não se deve publicar nada quando se conclui que determinada denúncia, de um político contra o outro, por exemplo, não tem fundamento. A atitude amadora de repórteres despreparados é uma das principais causas do denuncismo (matérias com acusações sem provas que acabam provocando danos a pessoas ou instituições).
2. O jornalismo investigativo brasileiro ainda está engatinhando em relação àquele desenvolvido em países como os Estados Unidos e mesmo alguns países latino-americanos. Nos EUA, um exemplo já clássico desse gênero de jornalismo foi o que investigou o chamado Caso Watergate, pelo jornal The Washington Post.
3. O chamado “novo jornalismo”, uma mistura de jornalismo e recursos literários, tem na revista inglesa The Spectator o melhor veículo que o representa. O movimento, que gerou grandes reportagens, nasceu nos anos
1990, na Inglaterra.
4. A reportagem não é matéria opinativa nem seu texto segue apenas a estrutura da notícia. Esse gênero de jornalismo não é o relato de um fato, mas o levantamento de um problema ou o balanço de uma situação.
Assinale a alternativa correta.