Guimarães e Marques (2019) assinalam que o movimento social urbano, como objeto privilegiado de pesquisa dos assistentes sociais em 2014 não se deu por acaso. Os últimos dez anos, em especial nas grandes metrópoles brasileiras, foram marcados por um maior tensionamento entre a pauta dos trabalhadores pelo direito à cidade e a requisição aos bens fundamentais à sua: