Muitas vezes tive razões para sentir que as minhas mãos são mais inteligentes que a minha cabeça. Essa é uma maneira crua de caracterizar a dialética da experimentação. Quando um experimento está indo bem, é quase como uma conversa com a natureza. Fazemos uma pergunta e recebemos uma resposta; então fazemos a próxima pergunta e recebemos a resposta seguinte. Um experimento é uma estratégia para fazer a natureza falar de modo inteligível. Depois, é só escutar. (WALD. In: BARKER, 2002, p. 87).
A partir das reflexões expressas no texto e com base em princípios gerais da pesquisa científica, pode-se afirmar:
A “estratégia para fazer a natureza falar de modo inteligível” inclui a formulação de hipóteses e a concepção de um desenho experimental.