“Diferentemente da noção de Estado (muito antiga na história dos homens), a nação é fruto do século XIX. Ela pressupõe que no âmbito de um determinado território ocorra um movimento de integração econômica (emergência de um mercado nacional), social (educação de 'todos' os cidadãos), política (advento do ideal democrático como elemento ordenador das relações dos partidos e das classes sociais) e cultural (unificação linguística e simbólica de seus habitantes).”
(ORTIZ, R. Diversidade cultural e cosmopolitismo. Lua Nova – Revista de Cultura e Política, São Paulo, 1999, nº 47, p. 78.)
De acordo com o texto, a noção de nação