Conforme SMELTZER e BARE, o choque, uma das complicações pós-operatórias mais graves, pode resultar da hipovolemia e da diminuição do volume intravascular. O choque é classificado como hipovolêmico, cardiogênico, neurogênico, anafilático ou séptico. Em relação ao choque hipovolêmico, analisar a sentença abaixo:
O choque hipovolêmico pode ser evitado em grande parte pela administração intravenosa oportuna de soluções, sangue, hemoderivados e medicamentos que elevam a pressão arterial (1ª parte). A intervenção primária para o choque hipovolêmico é a reposição de volume, com infusão de solução de ringer com lactato, soro fisiológico (NaCl a 0,9%), soluções coloides ou hemoderivados (2ª parte). O oxigênio é administrado por cânula nasal, máscara facial ou ventilação mecânica (3ª parte).
A sentença está: