A extrema diversidade das sociedades humanas raramente
apareceu aos homens como um fato, e sim como uma aberração exigindo uma justificativa.
A Antiguidade grega designava, sob o nome de “bárbaro”, tudo o que não participava da
helenidade (em referência à inarticulação do canto dos pássaros, oposto ao significado da
linguagem humana); o Renascimento e os séculos XVII e XVIII falavam de naturais ou de
selvagens (isto é, seres da floresta), opondo assim a animalidade à humanidade. O termo
“primitivos” é que triunfaria no século XIX, enquanto optamos, preferencialmente, na época
atual, pelo de “subdesenvolvidos” (LAPLANTINE, François. Aprender Antropologia. São
Paulo: Brasiliense, 2003).
A partir do conceito de raça e etnia, é possível inferir:
A partir do conceito de raça e etnia, é possível inferir: