Em relação à perspectiva de Renato Ortiz (2005), em “Cultura brasileira e identidade nacional”, é INCORRETO afirmar que:
Ele distingue a memória coletiva da memória nacional, afirmando que ser a primeira da ordem da vivência e a segunda um produto da história social, pertencendo ao domínio da ideologia.
A construção da identidade nacional demanda a atuação de intelectuais como mediadores simbólicos.
O autor traz como questionamento central a autenticidade dos valores brasileiros apreendidos pela identidade nacional.
A relação entre o nacional e o popular se manifesta no interior de um quadro mais amplo, o Estado.
Ortiz caracteriza a memória nacional como um universal que se impõe a todos os grupos.
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