Sobre os protocolos para inseminação artificial em tempo fixo (IATF) em bovinos é correto afirmar que:
O uso de análogos da prostaglandina F2α, no momento da inseminação artificial, aumenta a taxa de prenhez em novilhas, pois promove a luteólise do corpo lúteo remanescente.
A aplicação de GnRH tem sido utilizada em vacas que manifestam estro entre a retirada do dispositivo de progesterona e a IATF.
A aplicação de gonadotrofina coriônica equina, no momento da retirada do implante de progesterona, é indicada para aquelas vacas lactantes com baixo escore corporal.
Para vacas de leite, os protocolos a base de GnRH, apresentam melhores resultados de taxa de prenhez do que os protocolos a base de estrógenos e progesterona, pois a terceira dose de GnRH aumenta os níveis de hormônio luteinizante, aumentando a taxa de ovulação.
O tempo de permanência do dispositivo de progesterona altera a taxa de prenhez em fêmeas bovinas de corte. Quanto maior a permanência, maior é a taxa de prenhez.
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