Que pensar do “fetichismo” do documento, em particular das fontes escritas? Langlois e Seignobos eram taxativos: “A História se faz com documentos. Porque nada substitui os documentos: onde não há documentos não há História”. Numa afirmação como esta há algo de verdadeiro e, ao mesmo tempo, algo de falso.
(Ciro Flamarion Cardoso, Uma Introdução à História. Adaptado)
O que há de falso na afirmação decorre de que