“De maneira geral, pode-se considerar que as colocações acerca do problema da Administração Escolar, no Brasil, tendem a se movimentar entre duas posições antagônicas: de um lado, a defesa dos procedimentos administrativos na escola sob a forma de adesão ao emprego, aí, dos princípios e métodos desenvolvidos e adotados na empresa capitalista; de outro, a negação da necessidade e conveniência da própria administração na situação escolar.” (PARO, V. H. Administração Escolar: introdução crítica.)
Em sua obra, Vitor Paro critica ambas as concepções apresentadas no trecho destacado, acusando-as de serem inadequadas e insuficientes para que se desenvolva um eficiente planejamento escolar.
Dessa forma, para Vitor Paro, tanto a administração de caráter empresarial quanto a falta de uma preocupação administrativa no interior da escola incorrem no mesmo erro: