Um estudo avaliativo demonstrou que a adoção do programa de Unidades Móveis de Saúde (UMSs) em substituição às Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) numa região metropolitana excluiu a população mais pobre do acesso aos serviços públicos de saúde. Na avaliação desse programa, ficou evidenciado que as parcelas da população residente nas periferias foram as mais atingidas, pois tiveram suas condições de saúde agravadas pela falta de assistência médica.
Considerando os prejuízos à saúde da população nas periferias decorrentes do programa das UMSs, o estudo comprovou a relação de